quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
De dia e de noite
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
RAP é improviso
Entre rimas e batidas, faço meu improviso:
E voçê, ainda pergunta, o que quero com isso.
Vou te contar, jájá cê vai saber,
Que aqui é RAP, chega aí, vem conhecer.
Se liga no que tenho pra dizer:
Voçê vai ter as respostas, os porques.
De estar aqui, improvisando.
A resposta é muito simples: Faço aquilo que mais amo.
E não tente me calar. Nem tampouco abafar,
sai pra lá, que aqui não tem espaço para otário.
Vê se voçê se cala, vai jogar baralho.
Palavras que entram pelos ouvidos,
e se estabeleçem nos que estão aflitos.
São palavras assim faladas, assim proclamadas.
Que motivam, animam ou apenas apontam ciladas.
É assim, e vou continuar as minha,
porquê ganha quem manda a rima.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Cabelo de vassoura
Mano, minha casa suja, parece um manjedoura,
te levo pra casa, pra te usar seu cabelo como vassoura…
Será que voçê tá rimando?
Me desculpa, não consegui te distinguir de um zunido de inseto que fica no meu ouvido, me tirando
Olha só, tira este pano da cabeça:
O que se é usado pra varrer, não pode ser rodo, com certeza.
Cara, leva uma tripulante:
a bruxa de minha sogra, tá lá em casa te esperando,
aproveitem e vão embora, que os vejo bem longe voando,
e vou te agradecer por um instante…
Olha aqui o meu semblante:
Com meu soco, te jogo até um lugar distante
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Caímos de paráquedas